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Glossário Budista


Bodhi (sânscrito) — Literalmente significa "Despertado". É descrito como o auto-despertar da Natureza Búdica ou Essência de Buda, vislumbre interior do vazio essencial dos mundos.
Bodhichitta (sânscrito) — A Mente Búdica; a mente da iluminação.
Bodhidharma O primeiro patriarca do budismo Ch'an e o vigésimo oitavo patriarca do budismo Indiano. Ele chegou da Índia na China por volta do sexto século; Ele foi o Patriarca referido no famoso kung-an "Qual era o Significado da vinda do Patriarca do Ocidente".
Bodhisattva (sânscrito) — Literalmente um "ser iluminado"; em geral, é uma pessoa procurando a Essência Búdica, mas procurando-a altruisticamente; se monástico ou laico, um indivíduo procura a iluminação para iluminar outros, e ele ou ela sacrificar-se-ão para salvar outros; é destituído de egoísmo e devotado a ajudar outros. Tendo a Natureza Búdica, todos os seres conscientes são naturalmente bodhisattvas mas requerem desenvolvimento.
Buda Shakyamuni"O sábio da tribo dos Shakyas"; muni significa um sábio, uma pessoa santa, ou monge, quer dizer que é alguém benevolente, caridoso, bom e compassivo. Ele foi o fundador do budismo e nasceu na Índia há 2.500 anos atrás.
Cinco Dinastias (907-960) - O último Liang, O último Tang, O último Chin, O último Han e O último Chou.
Co-produção condicionada (em sânscrito, Pratitya-samutpada) O ensinamento central de todas as escolas budistas. Ele afirma que todos os fenômenos mentais e físicos constituindo a existência individual são interdependentes e mutuamente condicionados uns aos outros; ao mesmo tempo, isto descreve que os seres sencientes se emaranham no samsara.
Dez direções - Os oito pontos da bússola acrescidos do nadir e do zênite.
Dharma (sânscrito) — O coração da percepção budista da realidade de nossa função dentro de tal realidade, usada em vários significados da lei cósmica subjacente ao nosso mundo; o ensinamento de Buda; a conduta moral e regras éticas; a realidade das questões em geral; coisa; fenômeno; conteúdo mental, objeto do pensamento, idéia — a reflexão de algo na mente humana; termo para os chamados fatores de existência, que é considerado como o alicerce da construção da personalidade empírica e seu mundo.
Kalpa (sânscrito) — Período de tempo de incalculável duração. Um kalpa também se refere a um fabuloso período de tempo e o intervalo entre a criação e a total aniquilação de um mundo ou de um universo.
Karma (sânscrito) — Literalmente significa "feito" ou "ação"; lei universal de causa e efeito. De acordo com o ponto de vista budista: Um ato intencional produz um efeito sob certas circunstâncias; quando o efeito está maduro então ele recai sobre o responsável.
Kung-an (em japonês, koan) — Literalmente "documento público"; originalmente significa que um caso legal constitui um precedente. No Ch'an, um kung-an é uma frase de um sutra ou ensinamento na realização Ch'an, um episódio da vida de um velho mestre, cada um apontando para a natureza da realidade última. O essencial num kung-an é o paradoxo, isto é, aquilo que está ‘além do pensamento', que transcende a lógica ou os conceitos. Uma vez que ele não pode ser resolvido pela razão, ele não é um enigma. Resolver um kung-an requer um salto para outro nível de compreensão.
Mahayana (sânscrito) — "o grande veículo"; a maior seita do budismo que ensina a doutrina da salvação universal através dos esforços dos bodhisattvas. Ela é a forma de budismo que prevalece na China, Coréia, Japão e Tibete, também conhecida como budismo do Norte em oposição ao budismo do Sul do Sri Lanka, Tailândia e Burma.
Não-mente (chinês, wu-hsin; japonês, mu-shin) Uma expressão de desprendimento da mente, um estado de completa naturalidade e liberdade fora do dualístico pensar e sentir.
Nirvana (sânscrito) — O objetivo da prática espiritual em todas as ramificações do budismo. No entendimento dos primórdios do budismo, ele é a saída do ciclo de renascimentos e a entrada em um modo de existência inteiramente diferente. Isto significa liberdade dos efeitos determinantes do karma e é um estado que pode ser desfrutado na presente vida.
Prajna (sânscrito) — Sabedoria; uma noção central do Mahayana se referindo a uma imediata experiência de sabedoria intuitiva que não pode ser comunicada por conceitos ou em termos intelectuais. A realização do Prajna é freqüentemente equiparada com o alcance da iluminação e é um dos objetivos essenciais do estado búdico.
Samsara (sânscrito) — Literalmente significa "viajando". O ciclo de existências, uma sucessão de renascimentos que um ser segue através de vários modos de existências até que alcance a liberação e atinja o nirvana. O karma do ser é que determina o tipo de renascimento que ele terá.
Sangha (sânscrito) — A comunidade budista; num sentido restrito a Sangha consiste de monges, monjas e noviços que devotam suas vidas às práticas budistas, com o objetivo de alcançar a iluminação por transcender o samsara e realizar o nirvana. Representa um estilo de vida de acordo com os padrões determinados por Buda a si mesmo, como um caminho do meio entre os extremos do ascetismo e da sensualidade. De uma perspectiva mais ampla, a Sangha também inclui os seguidores laicos. A Sangha é uma das Três Jóias.
Shastra (sânscrito) — Comentários ou tratados sobre as escrituras budistas (sutras).
Sutra (sânscrito) — "Linhas" ou o que é traçado junto; as escrituras sagradas do budismo.
Sutra Lótus - O texto básico da Escola T'ien-t'ai, uma das oito escolas do budismo Chinês. Este texto exerce uma profunda influência no desenvolvimento da doutrina budista no Tibet, China e Japão.
Tathagata (sânscrito) — "Ido" assim como "vindo", referindo-se ao fato de que Buda ia e vinha no Caminho da iluminação; um dos dez títulos de Buda usado pelos seus seguidores, e também usado pelo próprio Buda como uma forma de auto-referência.
Terra Pura (chinês, ching-t'u; japonês, jodo) também conhecida como Reino-de-Buda; de acordo com o budismo Mahayana existem incontáveis Budas e incontáveis terras puras. De acordo com a crença popular, estas terras puras são lugares onde, geograficamente, se encontra bem-aventurança; contudo, fundamentalmente, eles se apresentam por aspectos de estado da mente desperta.
Três Jóias (em sânscrito, Triratna) — Os três componentes essenciais do budismo: o Buda, o Dharma e a Sangha; isto é, O Despertado, a Verdade exposta por ele, e os seguidores vivendo de acordo com esta Verdade. As Três Jóias são objetos de veneração. Os budistas buscam refúgio nelas pelo pronunciamento das três fórmulas do refúgio, o que os faz serem reconhecidos como budistas.
Três Mundos (em sânscrito, Triloka) 1) O reino do desejo sensual inclusive da sexualidade e do alimento, envolvendo os seis céus de desejo do mundo humano, e os vários infernos; 2) o reino da forma ou do que é substancial e resistente; situado acima do mundo da luxúria, ele contém corpos, lugares, e fenômenos que são misticamente maravilhosos — uma concepção semi-material; aqui o desejo por sexualidade e por alimento desaparece, mas a capacidade para o deleite continua. Ele tem dezoito céus; 3) o reino sem forma de puro espírito sem corpos, lugares ou coisas para os quais os termos humanos se aplicam; aqui a mente vive em contemplação mística.
Vimalakirti (sânscrito) — Vimalakirti é o personagem principal do Sutra Vimalakirti. Ele é um rico e alto praticante leigo budista cultivado que vive em meio à vida mundana enquanto trilha no Caminho dos bodhisattvas.
Yana (sânscrito) — Um veículo, termo aplicado ao budismo como o significado pelo qual o praticante viaja pelo Caminho para a iluminação. Os diferentes veículos visam a "jornada" espiritual que difere com a atitude básica do praticante e os meios de fazer progresso no caminho. Existem categorias de um, dois, três, quatro e cinco. As divisões mais comuns são dois e três yanas.
Yogachara (sânscrito) — Uma escola budista da tradição Mahayana fundada por Asanga durante o quarto século. A noção central do Yogachara é de que as coisas existem somente como processos do conhecimento, não como "objetos"; qualquer coisa fora do processo do conhecimento não tem realidade.

Fonte

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3 comentários:

Paty disse...

Nina, vc é cheia de surpresas, hem...
Não sabia de mais esse seu blog... Amei...
Terei muito o que ler por esses dias!! ;o)
beijos vermelhor, bela ruiva!!

Nina Victor disse...

Pois é, Paty... sou múltipla! :P
Além do mais blogar é bom demais, não? Estou vicando viciada! rs
Rubros beijos! :)

kiryn disse...

nem tudo é o q parece nesta boa pratica do budismo...
isto nada mais é d q uma religião q nã segue a um deus e sim a um honrado conhecimento de purezas...
Não consigo acreditar neste tipo d coisa, mais acredito que a base da vida é o constate silencio e atenção...assim como dizem os bosatsus(atentos as vozes do mundo)...